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Gilmar: É mais conhecido como " o filho
do cabrunco ", baiano folgado e cheio da grana. Mora numa pensãozinha
e fala muita asneira. O legal é que tudo saí por conta dele.

Claudiney: O fiel pagodeiro (exímio tocador de cavaquinho), malandro
e carioca. Estuda na UNESP de Guaratinguetá. Famoso pela sua expressão
pessimista: "_Pior né!", já tentamos tudo, contratamos 20
loiras de biquini pra tentar conquistar a figurinha, fora uma caixa de
cachaça, mas ele continua sendo um "marido" fiel. Até há
pouco tempo, quando deixou de ser santo do paoco.
André: Um demente que fala cuspindo
litros de saliva, parece um vietnamita coreano que passou a vida numa prisão
em Assunción. Possui uma voz cômica de tão espalhafatosa, um papo sofrível
de tão imbecil, era o palhaço da galerinha do João Cú. Não sabe-se
mais seu paradeiro, mas sem dúvida é o maior babaca já visto no Vale.
Se você encontrar algum babaca com essas características, envie e-mail
para o Rebenta On Line, recompensa-se!

Tuti: Sempre presente nas festas de Heliodora, Tuti nos ajuda aqui
mandando algumas fotos da sua maneiríssima câmera digital. Fã
incondicional da Turma do Rebenta, ela cola e carrega diversos pôsters
nossos e fundou um fã-clube Rebenta com suas amigas. Reside num
condomínio cheio de malucas em São José, onde sua única companhia em
seu apartamento é um reator nuclear chamado Chernobyl. Há provas
que sua origem remonta à época dos Trapalhões, devido ao fato de a música:
"Vê se larga a minha Tuti", só passar de uma rixa entre o Didi
Mocó e o Sgt. Pincel pra namorar com ela.

Marcelo: Advogado irrenomeado que tenta conseguir entrar na OAB faz
anos (suborno de cachaça para os fiscais não bastou...), foi funcionário
do McDonalds em Boston e parece que andou passeando pelo México. Portador
de um nariz, no mínimo, avantajado, tenta prosseguir com a tradição dos
Gatorades no Litoral. Primo do Rodrigo, que fazia parte dos Gatorades nos
velhos tempos. Está presente com a galera desde a época do DG Night Club.

Joyce: Gatorade até morrer, esta veterana de Heliodora sempre
acompanha a turma para onde for. Também conhecida como “poçinha” (se
quiser saber porquê, é só ficar perto dela quando estiver bebendo...).
É um pouco histérica, chegando a falar pelos cotovelos. Seus pais moram
em Heliodora e sua casa peculiar acaba sendo um refúgio dos Rebentas inconformados
com o fim das festas.
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